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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

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OPERAÇÃO AGATA 2 II

22/09/2011 - 16h28 

OPERAÇÃO ÁGATA 2- Presidente em exercício e ministros acompanham manobras no Sul do país

Balanço parcial divulgado pelo Centro de Comando Conjunto da operação revela apreensões de material irregular e interceptações de aeronaves

O Presidente da República em exercício, Michel Temer, o ministro da Defesa, Celso Amorim, e o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, visitaram na quarta-feira (21/9) o Centro de Comando Conjunto da Operação Ágata 2, localizado no Comando Militar do Sul, em Porto Alegre.
A operação integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), lançado em junho pela presidenta Dilma Rousseff e coordenado pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), órgão do Ministério da Defesa.
De Porto Alegre, o ministro Celso Amorim seguiu para Foz do Iguaçu, no extremo oeste do Paraná. Nesta quinta-feira, realiza inspeção na área de fronteira, sobrevoando de helicóptero o lago formado pela Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Irão acompanhá-lo o chefe do Estado-Maior Conjunto, General-de-Exército José Carlos de Nardi; os comandantes do Exército, General-de-Exército Enzo Martins Peri, e da Marinha, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto; e o Comandante Geral de Operações Aéreas, Tenente Brigadeiro do Ar Gilberto Antonio Saboya Burnier.

Em seguida, a comitiva viaja para Dourados, onde será recebida pelo comandante militar do Oeste, João Francisco Ferreira.

Resultados
Ainda ontem, em Porto Alegre, o Centro de Comando Conjunto da Ágata 2 divulgou um balanço parcial da operação. As forças em campo, sob as ordens do general-de-exército Carlos Bolivar Goellner (comandante militar do Sul), apreenderam 650 quilos de explosivos, duas toneladas de maconha, oito armas de fogo, 510 quilos de agrotóxicos, 2,4 mil sacolas de produtos eletrônicos, R$ 280 mil e US$ 250 mil, em mais de 5,3 mil inspeções, vistorias e revistas no período de 12 a 20 de setembro.

Foram interceptadas 29 aeronaves, encontrando 25 em situação regular. As outras quatro fugiram para o Paraguai. Paralelamente, foram prestados 1672 atendimentos/procedimentos médicos à população de comunidades carentes durante as Ações Cívico-Sociais realizadas pela Aeronáutica, pela Marinha e pelo Exército.

A ação em campo teve início na última sexta-feira (16/9), com o emprego de 8 mil militares (7 mil do Exército). O dispositivo aéreo emprega cerca de 40 aviões e helicópteros (de caça, transporte, radar e reconhecimento) das três Forças e uma aeronave remotamente pilotada (mais conhecida como Vant) da Força Aérea. A Ágata 2 caracteriza-se por ser uma operação interagências e conta com o apoio de 2 mil agentes policiais e homens e mulheres da Força Nacional de Segurança.

Para defender o espaço aéreo contra voos ilícitos, a FAB mantém aviões de caça F-5EM e A-29 Super Tucano nas cidades de Dourados (MS) e Maringá (PR), próximas à fronteira com o Paraguai, além das Bases Aéreas de Canoas (RS) e Campo Grande (MS). Nessa missão também é empregada a rede de radares do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta 2), de Curitiba (PR).

Ao contrário da Operação Ágata 1, realizada em um ponto fixo da Amazônia junto à fronteira da Colômbia, a segunda etapa utiliza patrulhas móveis, deslocadas a partir de informações obtidas por inteligência direta, satélites, aviões radares e de um Vant. Desde segunda-feira (19), as Forças Armadas realizam uma nova missão: impedir a entrada de rebanhos vindos do Paraguai, país que voltou a ser atingido pela febre aftosa. Foi o próprio ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, quem solicitou a inclusão da aftosa como alvo da Ágata 2.

Plano de fronteiras 
Assim como a Ágata 1, realizada no mês passado, a nova operação faz parte das ações do Plano Estratégico de Fronteira, instituído por decreto presidencial com a previsão de estabelecer uma coordenação conjunta e consensual para atuar nas áreas limítrofes do País.

Cerca de 11 milhões de brasileiros vivem nos 710 municípios da faixa de fronteira. Dos 16 mil quilômetros da linha limítrofe, 9,5 mil são permeados por rios que nascem nos países vizinhos e descem em direção ao território nacional, servindo como rotas de atuação do crime organizado. Para enfrentar o problema, os ministérios da Defesa e da Justiça definiram 34 pontos de vulnerabilidade, que serão cobertos pelas Forças Armadas em sucessivas edições da Operação Ágata.

O Plano Estratégico de Fronteiras também tornou permanente a Operação Sentinela, coordenada pelo Ministério da Justiça desde 2010. Também serão instalados gabinetes de gestão integrada de fronteira (GGIF) nos dez estados brasileiros que fazem divisa com outros países. Corumbá (MS) e Foz do Iguaçu (PR) já possuem essas unidades que integram e articulam o trabalho dos órgãos de segurança pública federais, estaduais e municipais.


Fonte: Ministério da Defesa

OPERAÇÃO AGATA 2 II

22/09/2011 - 16h28 

OPERAÇÃO ÁGATA 2- Presidente em exercício e ministros acompanham manobras no Sul do país

Balanço parcial divulgado pelo Centro de Comando Conjunto da operação revela apreensões de material irregular e interceptações de aeronaves

O Presidente da República em exercício, Michel Temer, o ministro da Defesa, Celso Amorim, e o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, visitaram na quarta-feira (21/9) o Centro de Comando Conjunto da Operação Ágata 2, localizado no Comando Militar do Sul, em Porto Alegre.
A operação integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), lançado em junho pela presidenta Dilma Rousseff e coordenado pelo Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), órgão do Ministério da Defesa.
De Porto Alegre, o ministro Celso Amorim seguiu para Foz do Iguaçu, no extremo oeste do Paraná. Nesta quinta-feira, realiza inspeção na área de fronteira, sobrevoando de helicóptero o lago formado pela Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Irão acompanhá-lo o chefe do Estado-Maior Conjunto, General-de-Exército José Carlos de Nardi; os comandantes do Exército, General-de-Exército Enzo Martins Peri, e da Marinha, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto; e o Comandante Geral de Operações Aéreas, Tenente Brigadeiro do Ar Gilberto Antonio Saboya Burnier.

Em seguida, a comitiva viaja para Dourados, onde será recebida pelo comandante militar do Oeste, João Francisco Ferreira.

Resultados
Ainda ontem, em Porto Alegre, o Centro de Comando Conjunto da Ágata 2 divulgou um balanço parcial da operação. As forças em campo, sob as ordens do general-de-exército Carlos Bolivar Goellner (comandante militar do Sul), apreenderam 650 quilos de explosivos, duas toneladas de maconha, oito armas de fogo, 510 quilos de agrotóxicos, 2,4 mil sacolas de produtos eletrônicos, R$ 280 mil e US$ 250 mil, em mais de 5,3 mil inspeções, vistorias e revistas no período de 12 a 20 de setembro.

Foram interceptadas 29 aeronaves, encontrando 25 em situação regular. As outras quatro fugiram para o Paraguai. Paralelamente, foram prestados 1672 atendimentos/procedimentos médicos à população de comunidades carentes durante as Ações Cívico-Sociais realizadas pela Aeronáutica, pela Marinha e pelo Exército.

A ação em campo teve início na última sexta-feira (16/9), com o emprego de 8 mil militares (7 mil do Exército). O dispositivo aéreo emprega cerca de 40 aviões e helicópteros (de caça, transporte, radar e reconhecimento) das três Forças e uma aeronave remotamente pilotada (mais conhecida como Vant) da Força Aérea. A Ágata 2 caracteriza-se por ser uma operação interagências e conta com o apoio de 2 mil agentes policiais e homens e mulheres da Força Nacional de Segurança.

Para defender o espaço aéreo contra voos ilícitos, a FAB mantém aviões de caça F-5EM e A-29 Super Tucano nas cidades de Dourados (MS) e Maringá (PR), próximas à fronteira com o Paraguai, além das Bases Aéreas de Canoas (RS) e Campo Grande (MS). Nessa missão também é empregada a rede de radares do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta 2), de Curitiba (PR).

Ao contrário da Operação Ágata 1, realizada em um ponto fixo da Amazônia junto à fronteira da Colômbia, a segunda etapa utiliza patrulhas móveis, deslocadas a partir de informações obtidas por inteligência direta, satélites, aviões radares e de um Vant. Desde segunda-feira (19), as Forças Armadas realizam uma nova missão: impedir a entrada de rebanhos vindos do Paraguai, país que voltou a ser atingido pela febre aftosa. Foi o próprio ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, quem solicitou a inclusão da aftosa como alvo da Ágata 2.

Plano de fronteiras 
Assim como a Ágata 1, realizada no mês passado, a nova operação faz parte das ações do Plano Estratégico de Fronteira, instituído por decreto presidencial com a previsão de estabelecer uma coordenação conjunta e consensual para atuar nas áreas limítrofes do País.

Cerca de 11 milhões de brasileiros vivem nos 710 municípios da faixa de fronteira. Dos 16 mil quilômetros da linha limítrofe, 9,5 mil são permeados por rios que nascem nos países vizinhos e descem em direção ao território nacional, servindo como rotas de atuação do crime organizado. Para enfrentar o problema, os ministérios da Defesa e da Justiça definiram 34 pontos de vulnerabilidade, que serão cobertos pelas Forças Armadas em sucessivas edições da Operação Ágata.

O Plano Estratégico de Fronteiras também tornou permanente a Operação Sentinela, coordenada pelo Ministério da Justiça desde 2010. Também serão instalados gabinetes de gestão integrada de fronteira (GGIF) nos dez estados brasileiros que fazem divisa com outros países. Corumbá (MS) e Foz do Iguaçu (PR) já possuem essas unidades que integram e articulam o trabalho dos órgãos de segurança pública federais, estaduais e municipais.


Fonte: Ministério da Defesa

OPERAÇÃO AGATA 2



No dia 16 de setembro, primeiro dia da Operação “Ágata 2”, a Marinha do Brasil realizou Inspeção Naval nos Rios  Paraná e Iguaçu e no Lago de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR).
Foram cumpridas pelo Helicóptero UH-12 “Esquilo” tarefas de ligação e observação, com embarque de um observador do Exército Brasileiro, bem como abordagem de quatroembarcações, pelas lanchas da Capitania Fluvial do Rio Paraná.
Ações de Inspeção Naval também foram realizadas entre as cidades de Guaíra e Mercedes, no Paraná, pelas equipes da Delegacia Fluvial de Guairá, durante todo o dia 16, quando foram abordadas 16 embarcações, sendo uma notificada por problemas na documentação.
Outras informações podem ser obtidas junto à Assessoria de Comunicação Social do Comando do 5º Distrito Naval. Contato: Primeiro-Tenente (RM2-T) Elise, nos telefones 53. 3233-6134 e 53. 8419-9164.

operação agata 1 marinha do Brasil


O Plano Estratégico de Fronteiras, iniciativa instituída por decreto presidencial, estabelece, pela primeira vez, uma coordenação conjunta e consensual para atuar em pontos estratégicos dos mais de 16 mil quilômetros de fronteiras brasileiras. Além das Forças Armadas, as operações envolvem a participação da Secretaria da Receita Federal (SRF), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional de Segurança Pública, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), bem como Órgãos das Secretarias de Segurança Pública dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.
Os objetivos centrais do Plano Estratégico de Fronteiras são a redução dos índices de criminalidade e o enfrentamento ao crime organizado. Entre os crimes fronteiriços mais comuns estão o tráfico de drogas, armas e ilícitos ambientais e fiscais, como o contrabando e o descaminho.
Além da atuação integrada entre órgãos dos Ministérios da Defesa e da Justiça, está prevista também a participação de órgãos estaduais e municipais de segurança nas operações. Numa segunda etapa, o plano prevê ações de cooperação com os países que fazem fronteira com o Brasil, no sentido de intensificar a fiscalização nessas regiões.
No mês de agosto, as atividades relacionadas à Operação Ágata 1 na região Norte do Brasil foram executadas para prevenir e reprimir ilícitos transnacionais na região amazônica.
Durante a Operação Ágata 2, em curso nas fronteiras Sul e Centro-Oeste, estão sendo realizadas ações de interdição de pistas de pouso irregulares, atracadouros clandestinos, patrulha naval nas calhas dos rios, bloqueio e controle de estradas, reconhecimento especializado de fronteira, revista de veículos, embarcações, interceptação de aeronaves suspeitas e ações cívico-sociais nas comunidades carentes.
Durante a operação, populações carentes de diversas localidades serão atendidas nas ações cívico-sociais promovidas, que servirão para fortalecer a presença do Estado e das Forças Armadas na região. Essas ações levarão atendimento médico e odontológico à população local. Serão empregados navios de assistência hospitalar da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da Força Aérea, que atuarão utilizando a estrutura de saúde das localidades envolvidas.
A Operação Ágata 2 baseia-se no aumento da presença e do impacto das forças envolvidas em pontos focais da faixa de fronteira, envolvendo aproximadamente 7 mil homens das Forças Armadas e do uso de meios como embarcações, aeronaves e outros veículos militares.
Nesta Operação, a Marinha do Brasil empregará o Monitor “PARNAÍBA” (U17), os Navios-Patrulha “BENEVENTE” (P61), “POTI” (P15) e “PIRAJÁ” (P11); o Navio de Assistência Hospitalar “TENENTE MAXIMIANO” (U28), o Navio de Apoio Logístico Fluvial “POTENGI” (G17), o Aviso de Transporte Fluvial “PIRAIM” (U29), a Agência Escola Flutuante “Esperança do Pantanal”, as Lanchas de Apoio ao Ensino e Patrulha “ANHUMA”, “SARACURA”, “MUTUM”, “CORVINA”, “PIAVA” e “PIRAÚNA”, dentre outras Lanchas e Flex-Boats. Serão utilizados ainda os Helicópteros Esquilo UH-12 e Bell Jet Ranger IH-6B.
Outras informações podem ser obtidas junto à Assessoria de Comunicação Social do Comando do 5º Distrito Naval. Contato: Primeiro-Tenente (RM2-T) Elise, nos telefones 53. 3233-6134 e 53. 8419-9164.

operação agata 1 marinha do Brasil


O Plano Estratégico de Fronteiras, iniciativa instituída por decreto presidencial, estabelece, pela primeira vez, uma coordenação conjunta e consensual para atuar em pontos estratégicos dos mais de 16 mil quilômetros de fronteiras brasileiras. Além das Forças Armadas, as operações envolvem a participação da Secretaria da Receita Federal (SRF), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional de Segurança Pública, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), bem como Órgãos das Secretarias de Segurança Pública dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.
Os objetivos centrais do Plano Estratégico de Fronteiras são a redução dos índices de criminalidade e o enfrentamento ao crime organizado. Entre os crimes fronteiriços mais comuns estão o tráfico de drogas, armas e ilícitos ambientais e fiscais, como o contrabando e o descaminho.
Além da atuação integrada entre órgãos dos Ministérios da Defesa e da Justiça, está prevista também a participação de órgãos estaduais e municipais de segurança nas operações. Numa segunda etapa, o plano prevê ações de cooperação com os países que fazem fronteira com o Brasil, no sentido de intensificar a fiscalização nessas regiões.
No mês de agosto, as atividades relacionadas à Operação Ágata 1 na região Norte do Brasil foram executadas para prevenir e reprimir ilícitos transnacionais na região amazônica.
Durante a Operação Ágata 2, em curso nas fronteiras Sul e Centro-Oeste, estão sendo realizadas ações de interdição de pistas de pouso irregulares, atracadouros clandestinos, patrulha naval nas calhas dos rios, bloqueio e controle de estradas, reconhecimento especializado de fronteira, revista de veículos, embarcações, interceptação de aeronaves suspeitas e ações cívico-sociais nas comunidades carentes.
Durante a operação, populações carentes de diversas localidades serão atendidas nas ações cívico-sociais promovidas, que servirão para fortalecer a presença do Estado e das Forças Armadas na região. Essas ações levarão atendimento médico e odontológico à população local. Serão empregados navios de assistência hospitalar da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da Força Aérea, que atuarão utilizando a estrutura de saúde das localidades envolvidas.
A Operação Ágata 2 baseia-se no aumento da presença e do impacto das forças envolvidas em pontos focais da faixa de fronteira, envolvendo aproximadamente 7 mil homens das Forças Armadas e do uso de meios como embarcações, aeronaves e outros veículos militares.
Nesta Operação, a Marinha do Brasil empregará o Monitor “PARNAÍBA” (U17), os Navios-Patrulha “BENEVENTE” (P61), “POTI” (P15) e “PIRAJÁ” (P11); o Navio de Assistência Hospitalar “TENENTE MAXIMIANO” (U28), o Navio de Apoio Logístico Fluvial “POTENGI” (G17), o Aviso de Transporte Fluvial “PIRAIM” (U29), a Agência Escola Flutuante “Esperança do Pantanal”, as Lanchas de Apoio ao Ensino e Patrulha “ANHUMA”, “SARACURA”, “MUTUM”, “CORVINA”, “PIAVA” e “PIRAÚNA”, dentre outras Lanchas e Flex-Boats. Serão utilizados ainda os Helicópteros Esquilo UH-12 e Bell Jet Ranger IH-6B.
Outras informações podem ser obtidas junto à Assessoria de Comunicação Social do Comando do 5º Distrito Naval. Contato: Primeiro-Tenente (RM2-T) Elise, nos telefones 53. 3233-6134 e 53. 8419-9164.